quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Pásalo bien y pare de sufrir...
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
En otra lengua - fragmentos de um livro
Na primeira semana de aula na Facultad de Comunicaciones tivemos uma reunião de boas-vindas para nos apresentarmos e darmos uma entrevista a revista da Faculdade. Nesse dia, nos "regalaron" com alguns livros publicados pela faculdade. Um deles se chama "Seis poetas de la academia", que reúne a biografia de cada um, assim como alguns de seus poemas. Sou suspeita para falar, é claro, pois a poesia me encanta, me fascina, me atrai e conta aquilo que, algumas vezes, não consigo retratar com perfeição. E, em outros casos, diz aquilo que eu tenho receio de colocar nas palavras, com medo que alguém as leia, que desvendem o que eu realmente quero dizer com aquilo que tenho escrito. Não que eu tenha muito o que esconder, tão pouco que acontece coisas extraordinárias na minha vida amorosa, ou seja lá o que for. Os poemas do livro parece ter um conteúdo rico em significados, mistérios, histórias, cenas, fatos, sentimentos. Queria que alguns desses poemas fossem meus. Ou fossem feitos para mim.
No hablaban
el mismo idioma.
Además
estaban de paso
en una ciudad
que no era la suya
El encuentro sucedió
en una calle
cualquiera,
de la cual desconocían
hasta el nombre.
No en sua calle,
ni en su ciudad,
ni siquiera en su lengua:
en un mundo
fuera del mundo.
Sorpresa, inquietud
risas,
ante tanta
impossibilidad junta.
¡Que manera
enrevesada
de cruzarse el amor!
No contaban,
sin embargo,
con otra oportunidad.
Hablaron sin entenderse,
caminaron
sin saber dónde.
En un bar,
mientras compartían un café,
no dejaron de mirarse a los ojos.
Mejor el silencio
que las palabras.
Mejor los besos
que los obstáculos
invalsavles.
Y aunque
aquélla no era su ciudad, ni ése su idioma,
Ni el mundo, su mundo,
el amor muy pronto
les entregó
algo propio
conocido.
El amorr
y su fino encaje
de azares y circunstancias.
Por fim, deixo a vocês uma música para o dia de hoje. ;)
"You want a revelation. You wanna get it right. But it's a conversation I just can't have tonight."
terça-feira, 24 de abril de 2012
Felicidade Compartilhada
E de repente o peito ficou tão apertado que mal podia respirar. O coração tinha batidas mais intensas. Lágrimas ameaçaram rolar pela face. Não, a menina não estava doente. Eram saudades mesmo. Saudades de algo que ela não teve. E, de verdade, sabia com toda certeza que nunca haveria de ter. Fazia de tudo para não cair num choro profundo, para não sentir piedade de si mesma, para acreditar ou, ao menos, se agarrar em alguma evidência surgida de sua imaginação.
Ela queria que aquela história, imaginada todas as vezes quando sozinha em seus pensamentos, se materializasse de alguma forma, ou de outra..tanto faz. Ela nem fazia questão de ser ao pé da letra. Bastava que ela fosse a personagem principal.
Sem devaneios. Sem ter que fechar os olhos para ver as ações, os abraços, os beijos, os carinhos. Clara queria ter aquela história para ela, em realidade, sem imaginações, sem ter que sentir uma dor no peito todas as vezes que abrir os olhos e ver que não há nada além dela mesma.
Agora ela quer se preencher de bochechas grudadas, dedos mindinhos juntinhos, descuidado encontro de joelhos. Clara quer morar no abraço, mãos entrelaçadas à cintura e olhos que se cruzam em intensidade. Ela quer uma felicidade. Felicidade, essa, compartilhada.
domingo, 29 de janeiro de 2012
Perguntas ou respostas?
Uma vez me disseram que raras são as vezes que respondo as perguntas com palavras diretas, sem rodeios, que demonstram realmente o que eu quero. Pensei que fosse algo típico de mulher. Ou pelo menos daquelas que realmente não têm certeza do que querem ou têm medo de serem julgadas ou analisadas.
Porém, em outro momento, durante um treinamento no estágio, uma especialista em comunicação empresarial disse que não podemos nos prender somente ao “sim” ou “não”, ao “quero” ou “não quero”, ao “gosto” ou “não gosto”. Temos que ter tanta certeza sempre?
As respostas sempre dependem daquilo que se passa dentro de nós, daquilo que estamos sentindo no momento. Portanto, se prender a um talvez ou depende pode ser melhor do que termos uma “irreal certeza”. Você gosta disso? Depende. Pode ser que hoje sim, mas amanhã... talvez não.
O importante pode não ser as respostas diretas e objetivas que damos, mas sim as perguntas que permitimos fazer a nós mesmos e os diversos caminhos que nossos questionamentos, ao respondê-las, podem nos levar.
Acho que preciso ocupar meu tempo com momentos mais agradáveis e que me deixem mais feliz que triste. Momentos mais descontraídos. Ultimamente, pareço estar presa a algo que anda me sufocando. Pensar que para viver é necessário dividir seu tempo em mais obrigações que lazer me dá certa angústia, confesso. Às vezes, o que eu mais quero é fazer as malas e sair por ai, fotografando tudo o que estiver ao meu redor, guardando cada momento.
Queria por um tempo me libertar das obrigações, sentir que amanhã eu farei somente aquilo que eu quiser, somente aquilo que me deixar feliz.
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Precisa-se de ar
Pensar:
domingo, 8 de janeiro de 2012
Quem tem um sonho não dança ♪
Pensar:
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Continue a sorrir...
Olá fofíssimos!
Embora eu acredite fielmente que quase ninguém leia isso, estou a compartilhar a minha vida com vocês. Depois de um tempo trago novidades sim!
Só uma dica: final de período, choppada de comunicação e viagens nas férias!
Bom, iniciemos. Este período na faculdade acredito que tenha sido aquele que menos me envolvi com as matérias, que menos me concentrei nas aulas.. infelizmente. Gostaria de ter prestado mais atenção nas aulas... Apesar de não ter “ligado” tanto para a faculdade, não quer dizer que tenha sido um período tranquilinho. Longe disso. Foi um dos mais complicadinhos até o momento. Um motivo? Choppada de Comunicação. Pois é, algo tão simples, tão bobo, tão... NÃO , não mesmo queridos. Foi e está sendo uma dureza organizar essa festa. De verdade, nem perderei meu tempo tentando explicar, já que ao longo desse semestre já falei tanto com as pessoas ao meu redor. O que mais me deixa triste é as pessoas não valorizarem aquilo que você está fazendo ou reclamar de tudo, ou simplesmente largar de mão e não fazer nada, absolutamente nada, para ajudar a organizar. A choppada será no dia 2 de julho e estamos fazendo de tudo (e mais pouco) para que seja a melhor choppada que a FCS já teve (e conseguiremos!).
O que posso retirar desse primeiro semestre de 2011 foi muita maturidade e paciência. Aprendi inúmeras coisas novas, aprendi a lidar com momentos que precisam de muita paciência. Foi um semestre bastante puxado, estudar na faculdade e no curso de inglês, estágio novo, organizar o trote e a choppada, fazer planos de viagens de última hora...enfim, tantas e tantas coisas.. Espero que o 4º período seja mais tranquilo e que eu consiga ter mais tempo para mim! Para cuidar de mim, da minha alma, do meu corpo, dos meus pensamentos. Futuramente quem sabe um novo estágio, uma nova viagem e um novo amor para recordar quando terminar, nunca tenho sorte mesmo haha brincadeira!
Pensar:
domingo, 3 de abril de 2011
Bateu saudades...
Carnaval
Trote - Comunicação Social Uerj 2011.1
Nessa semana também fiz algumas reflexões sobre a vida. Ocorreu um falecimento de uma pessoa mais próxima e ocorreu um suicídio, não divulgado pela mídia, dentro da Uerj. Os dois casos num mesmo dia. Pensei, enquanto algumas pessoas abrem mão da própria vida, outras lutam para sobreviver. Prefiro não julgar os motivos de suicídio. Sei que cada pessoa tem seus problemas e para uma resolver abrir mão da própria vida, sofre de sérios problemas psicológicos. Mas, por outro lado, há pessoas que não querem partir e apesar da vontade, elas ficam impossibilitadas de manter-se ao nosso lado por questões de saúde, por questões de graves doenças. Essas pessoas, infelizmente, não têm a opção de escolher entre a vida e a morte.
Pensar:
"E assim sou, fútil e sensível, capaz de impulsos violentos e absorventes, maus e bons, nobres e vis, mas nunca de um sentimento que subsista, nunca de uma emoção que continue, e entre para a substância da alma. Tudo em mim é tendência para ser a seguir outra coisa; uma impaciência da alma consigo mesma, como uma criança inoportuna; um desassossego sempre crescente e sempre igual. Tudo me interessa e nada me prende. Atento a tudo sonhando sempre; fixo os mínimos gestos faciais de com quem falo, recolho as entoações milimétricas dos seus dizeres expressos (...)" - Fernado Pessoa
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Falta
Pensar:

