quarta-feira, 11 de abril de 2012

Pelo mundo – Buenos Aires: dicas e pitacos para quem pensa em visitar


 A encantadora capital portenha

No ano de 2011 fui duas vezes à Argentina. A primeira foi em julho com duas amigas e a segunda vez foi em dezembro em minha primeira viagem “sozinha”.

Decidi fazer esse post para contar um pouco da minha experiência com a viagem a Argentina e dar algumas dicas legais àqueles que pretendem passar as férias por lá. Para tanto, irei dividir os posts para não ficar com textos gigantes. Pretendo postar algumas fotos também para vocês acompanhar. Como alguns já sabem, sou apaixonada por fotografia e as viagens sempre me rendem muitas fotos. ♥

De início, minha ideia era fazer um diário de bordo durante a viagem de julho, mas acabei abandonando o blog e nem postei meus roteiros. Então, com esses posts, irei juntar tudo: meu roteiro de viagem + dicas + pitacos. Rs

Buenos Aires foi minha primeira viagem internacional e, sem dúvidas, eu não poderia ter escolhido uma cidade melhor para inaugurar a minha paixão de viajar pelo mundo (tema dessa série de posts). 

Quando fui a primeira vez fiquei simplesmente encantada com a cidade, com as pessoas, com o frio gostoso e os lugares que conheci. É praticamente impossível visitar Buenos Aires e não querer voltar e explorar mais a cidade. Buenos Aires é um lugar viciante e muitas pessoas não entendem esse meu carinho especial pela cidade. Só entende mesmo quem já foi e a conheceu. ♥ ;) Não é a toa que voltarei novamente a BsAs em maio...mas isso é uma história para ser contada em um próximo post.


1. AEROPORTOS

Bom, Buenos Aires tem duas opções de aeroporto: Ezeiza e Aeroparque. Em julho cheguei  pelo Aaeroparque, localizado no centro da capital. Em média, ele fica a uns 15 minutos do Centro, dependendo do trânsito. Os táxis estavam cobrando entre 50 pesos a 70 pesos. Se você quiser pegar um remis (táxis particulares) cobrarão em torno de 70 pesos. Já os taxistas (estes você tem que ter muito cuidado) vão variar os preços, mas se quiserem cobrar um preço tabelado mais de 50 pesos, desconfie. Se rodar no taxímetro, sai muito barato...não passa de 30 pesos, porém o taxista pode pegar aquele caminho mais demorado e enrolar você. Portanto, às vezes, pode valer a pena pegar um preço fechado e ter a certeza do quanto você irá pagar.

Já pelo Ezeiza, fiquei realmente assustada de chegar por lá, pois vi muitas pessoas comentando o fato dele ficar muito distante do Centro de Buenos Aires. Realmente fica, porém, não é tão complicado assim de chegar. 

Para chegar ao centro pegando um remis, pode ter certeza de que não pagará menos de 180 pesos, e de táxi, uns 150 pesos se for tabelado.  O remis pode valer a pena se você estiver com mais amigos e dividir o preço final. Eles são mais confiáveis. Porém, há uma empresa de ônibus tipo executivo que faz o trajeto Aeroporto – Terminal Madero a um preço bem mais acessível. De início fiquei super receosa de pegar esse ônibus, mas posso garantir que não poderia ter feito opção melhor. A viagem do aeroporto até o Terminal, localizado em Puerto Madero, custou cerca de 60 pesos e o tempo de viagem foi em torno de 50 minutos/1 hora. Chegando ao Terminal Madero paguei mais 5 pesos para que o serviço de transfer deles me levasse até o meu destino final, que era a Calle Florida. A companhia de ônibus era a Manuel Tienda León. Você pode fazer a reserva e compra do bilhete online pelo site. Vale muito a pena!


 2. TEMPERATURAS


Em julho, eu e minhas amigas pegamos o inverno e nesta época do ano as temperaturas ficam baixíssimas. Ok, para mim, uma pseudo-carioca, era frio #pracaray. Aqui no Rio estamos acostumados a ter um frio de 15º no inverno. Na Argentina, 15º, às vezes, é a temperatura máxima do dia. Pegamos temperaturas de 7º com aquela sensação de 4º. Risos.

Já em dezembro, é quase como um clima de verão no Rio de Janeiro. Óbvio que em nenhum dia peguei um calor de 40º, mas as temperaturas chegaram a uns 32º, 33º, no máximo 34º. Mas era um calor agradável, daqueles que quando o sol bate na pele não queima, dá uma sensação gostosa de acolhimento. ;))

Se alguém me perguntar se eu preferi ir no inverno ou no verão, realmente ficarei em dúvidas na resposta. Cada estação tem seu charme. Porém, devo confessar que no verão é muito mais prático você se arrumar para sair, pois você não precisará usar camadas e mais camadas de casaquinhos, meias, luvas... rss




sábado, 17 de março de 2012

Falsos sorrisos


Infelizmente só percebemos a hostilidade das pessoas tarde demais, quando já estamos envolvidos demais. A dificuldade, neste caso, está em acreditar que aquela pessoa que passa boa parte do tempo ao seu lado age de forma hipócrita e busca em cada detalhe da sua vida, em cada frase sua dita, uma forma de julgá-lo, de ir contra as suas ideias pelo simples fato de querer contestar, pelo simples fato de tentar deixá-lo triste. 


Procuro entender o motivo que leva as pessoas a agirem assim. A sempre julgar, mesmo que de forma a parecer irônica ou engraçada, a fuçar a vida alheia apenas para achar motivos para falar mal. Atitudes assim tornam vocês mais felizes ou superiores?  Vocês realmente acreditam que as palavras ácidas tornam vocês pessoas melhores? Por que julgar tanto aqueles que felizmente não são iguais a vocês?


Posso ser muitas vezes idiota demais, boba demais e inocente demais por continuar falando com algumas pessoas, por continuar acreditando nas palavras de outras e por me calar outras tantas vezes para evitar conflitos, para me manter ausente de brigas tolas. Porém, sinceramente, não consigo ser como vocês e, de verdade, nunca quero ser uma pessoa assim, que prefere falar dos outros ao invés de pensar em sua própria vida e no que está fazendo para vivê-la.


Tudo o que estou descobrindo, as verdades que estão vindo à tona, tudo, tudo isso me ajudará (e eu vou aprender) a ver as pessoas além de somente as aparências e sorrisinhos falsos. 

Pensar:


"Assim como lavamos o corpo deveríamos lavar o destino, mudar de vida como mudamos de roupa - não para salvar a vida, como comemos e dormimos, mas por aquele respeito alheio por nós mesmos, a que propriamente chamamos asseio (...)"

"Os sentimentos que mais doem, as emoções que mais pungem, são os que são impossíveis, a saudade do que nunca houve, o desejo do que poderia ter sido, a mágoa de não ser outro, a insatisfação da existência do mundo. Todos estes meios tons da consciência da alma criam em nós uma paisagem dolorida, em eterno sol-pôr do que somos...Há mágoas íntimas que não sabemos distinguir, por o que contêm de sutil e de infiltrado, se são da alma ou do corpo..."

 F. Pessoa 

sábado, 25 de fevereiro de 2012

O passado

Hoje, revirando algumas anotações antigas, encontrei uma agenda datada em 2009. Parei para ler alguns textos e me dei conta do quanto eu mudei e do quanto eu achava que alguns problemas eram motivos para o fim do mundo. Aprendi, ao menos, que o tempo fez milagres.. me fez refletir para o que vale a pena se importar ou não.


A inútil persistência
Desde estes últimos dias, tenho todas as noites dormido com uma angústia no peito. Uma certa sensação de vazio. Eu sabia desde o início que não teria mais que isso, eu sei. Porém ainda existia esperança que com meu jeito e minhas atitudes resultassem em algo que eu realmente queria e acreditava (ou nem tanto) ser possível. Não entendo os motivos para minha persistência. Talvez seja apenas mais um capricho. Disseste uma vez: “É racional querer se fazer bem”. Será que isso causa o meu bem? Acho que não estou feliz da forma que imaginava. Mudaste minha rotina, meu pensamento, minhas ações, minhas palavras... minha vida.Escrevo, talvez, para tentar amenizar a dor de sentir. Meus sentimentos têm vida própria e têm o incrível poder de se transformar em atitudes nem sempre racionais. Não quero ser só mais uma a passar... Em 05 de setembro de 2009

As estrelas..onde estarão?
O tempo passa e parece que nada muda e caso mude, é invisível aos olhos. Sinto-me mais forte para continuar com esta ideia. Ontem vi que há uma sementinha existente e que por mais que eu queira plantá-la e cultivá-la, talvez meus cuidados não sejam o suficiente. É uma semente difícil de trazer flores ou fruto e que precisa de tanto conhecimento para cultivá-la que chega a cansar quem tenta. O Sol não ajuda. Muitas vezes se esconde, omite sua luz. Às vezes fica radiante, mas só às vezes. Pode ser que ele sempre apareça mas as nuvens o impede de ser visto por todos. E as pessoas que estão diante dele, ainda sofrem com sua radiação, mesmo que não o vendo ou sentindo. Quando enfim anoitecerá para poder contemplar as estrelas? Em 28 de outubro de 2009.

domingo, 29 de janeiro de 2012

Perguntas ou respostas?


Sim, não, talvez, depende... Já pararam para pensar o peso que tem essas palavras? Aliás, o peso de todas as palavras que, dependendo do momento, do lugar, da forma que são ditas, podem mudar os sentimentos em um segundo. 

Uma vez me disseram que raras são as vezes que respondo as perguntas com palavras diretas, sem rodeios, que demonstram realmente o que eu quero. Pensei que fosse algo típico de mulher. Ou pelo menos daquelas que realmente não têm certeza do que querem ou têm medo de serem julgadas ou analisadas. 


Porém, em outro momento, durante um treinamento no estágio, uma especialista em comunicação empresarial disse que não podemos nos prender somente ao “sim” ou “não”, ao “quero” ou “não quero”, ao “gosto” ou “não gosto”. Temos que ter tanta certeza sempre? 


As respostas sempre dependem daquilo que se passa dentro de nós, daquilo que estamos sentindo no momento. Portanto, se prender a um talvez ou depende pode ser melhor do que termos uma “irreal certeza”. Você gosta disso? Depende. Pode ser que hoje sim, mas amanhã... talvez não.

O importante pode não ser as respostas diretas e objetivas que damos, mas sim as perguntas que permitimos fazer a nós mesmos e os diversos caminhos que nossos questionamentos, ao respondê-las, podem nos levar. 


Estou num momento de captar tudo o que chegar até mim. Parece que estou sobrecarregada de energias positivas e negativas. Parece ser tão difícil estar neutra, desconectada do mundo de alguma forma, isenta de qualquer tipo de sentimento que possa me deixar triste.

Acho que preciso ocupar meu tempo com momentos mais agradáveis e que me deixem mais feliz que triste. Momentos mais descontraídos. U
ltimamente, pareço estar presa a algo que anda me sufocando. Pensar que para viver é necessário dividir seu tempo em mais obrigações que lazer me dá certa angústia, confesso. Às vezes, o que eu mais quero é fazer as malas e sair por ai, fotografando tudo o que estiver ao meu redor, guardando cada momento. 

Queria por um tempo me libertar das obrigações, sentir que amanhã eu farei somente aquilo que eu quiser, somente aquilo que me deixar feliz.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Precisa-se de ar

É difícil prever tudo aquilo que pode acontecer em nossas vidas. Infelizmente não temos controle do tempo, nem das pessoas, embora tentemos dominá-los, até mesmo em pensamentos.

E as despedidas? Algo que também não podemos impedir de acontecer...
Em qualquer tipo de situação é difícil dizer adeus. É difícil ter que terminar ciclos e se arriscar com o novo, mesmo que necessário.

E quando despedidas deixam responsabilidades e te dão um frio na barriga...? Nessas horas me pergunto onde estou. O que terei que fazer? Será que dou conta? Será que sou capaz?
Preciso respirar. 

E nesta hora você percebe que tudo se conecta e só mesmo o tempo que responderá todas essas perguntas.

E você nunca poderá controlá-lo, apressá-lo, pará-lo..
A vida continua. 
E todos também.

Pensar:

Depois de todos nós vem o dilúvio, mas é só depois de todos nós. Melhores, e mais felizes, os que, reconhecendo a ficção de tudo, fazem romance antes que lhes seja feito, e, como Maquiavel, vestem os trajes da corte para escrever bem em segredo. F. Pessoa

domingo, 8 de janeiro de 2012

Quem tem um sonho não dança ♪



E ai, qual é a nova desculpa? Falta tempo, falta companhia, falta dinheiro?
Não pense muito. Saiba que todas essas desculpas você um dia já deu.
A falta de tempo não é desculpa para não encontrar aquela pessoa que ama, que admira, um amigo, talvez. E falta de companhia não o impede jamais de fazer aquela viagem que tanto sonha. E indo sozinha ou sozinho, você estará sempre mais disposto a fazer novas amizades, a conhecer melhor a si mesmo e não terá receios, nem desânimo para fazer o que quer. E dinheiro, bom, o dinheiro, meu amigo, você economiza. Nem que para isso você precise abrir mão de algumas saídas, algumas baladas, algumas peças de roupas.

Mas para seus sonhos, não precisa limites. Não será a falta de tempo, de companhia ou dinheiro que irá impedi-lo de correr atrás. ;)

Hoje acordei meio assim, sem inspiração. Textos mal formulados, sem tanto o que dizer. Pode ser que tenha muito a dizer, mas acredito que os pensamentos não se encontraram a ponto de sair deles palavras. Ultimamente tenho pensando muito em meus sonhos e minhas metas. Teimo expor ao mundo, pois sei bem que o que não falta são pessoas para desejarem o contrário, infelizmente. Portanto, por enquanto, os guardarei somente para mim. Mas, adianto, são tantos...
Por mais incrível que possa parecer, a parte mais difícil no momento atual da minha vida é pensar no meu presente. É pensar que tenho ainda uma faculdade, um estágio para focar minha atenção. E sei a sua importância. ;)
Termino o post pensando no hoje e o que eu quero para mim daqui a alguns anos.. ;)
Eu quero sempre mais...eu espero sempre mais... ♪

Pensar:

“Dói-me qualquer sentimento que desconheço; falta-me qualquer argumento não sei sobre quê; não tenho vontade nos nervos. Estou triste abaixo da consciência. E escrevo estas linhas, realmente mal-notadas, não para dizer isto, nem para dizer qualquer coisa, mas para dar um trabalho à minha desatenção”.

“Assim organizar a nossa vida que ela seja para os outros um mistério, que quem melhor nos conheça, apenas nos desconheça de mais perto que os outros”. 
Fernando Pessoa ;) 

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

20 + 1 verões



Hoje lendo a descrição do meu perfil, me dei conta de que não são mais 20 verões. Mas sim, 20 + 1. No dia 28 de dezembro completei mais um verão vivido. Posso dizer que foi o aniversário mais tranquilo (e só) que já tive. Mas longe de ser chato e tenebroso. Foi um momento apenas meu. 

Estive de viagem novamente a Buenos Aires durante os dias 21 a 28 de dezembro. Atrevo-me a dizer que foi uma viagem para se guardar eternamente na memória e esse post terá a difícil missão de falar sobre mais um ano de vida e uma inesquecível viagem. Pode ser que eu fique horas falando sobre, mas nenhum tempo é suficiente para retratar tudo o que eu realmente senti. 

   

Final de ano para mim é uma época carregada de sentimentos e reflexões. Vem final de ciclos, Natal, meu aniversário e Ano Novo. Não há necessidade em dizer que é a época que eu fico mais emotiva e blá. Hoje com 21 anos posso dizer que já senti desde o amor eterno ao ódio profundo, passando por vários sentimentos sem certa definição. 


Os dias que fiquei na Argentina me fizeram perceber apenas o quanto eu posso e sou capaz de fazer aquilo que eu quero, sem depender da opinião dos outros, sem ter medo de fazer aquilo que eu acho certo em fazer. Lá era eu e mais ninguém. E estando longe do Brasil, não significou estar longe de brasileiros, pois lá foi o que eu mais encontrei e, sem dúvidas, são pessoas que sempre lembrarei! 



Em 21 anos de vida eu (ainda) não consegui fazer tudo o que eu planejo. Mas já tive bons momentos e não foram poucos. Acho que agora, depois desta viagem, eu vejo que não preciso me prender as pessoas que me cercam para fazer o que eu gosto. Não acho que seja egoísmo da minha parte, mas percebi que às vezes não vale a pena abrir mão daquilo que você quer pelo fato de outras pessoas falarem “não” para isso ou aquilo. 





Em alguns momentos sinto-me sozinha no meio do caminho e quando olho ao meu redor não vejo ninguém para dizer qual o melhor caminho a seguir ou apenas para me dar as mãos e me fazer companhia. Sinto que faltam amigos verdadeiros. Mas não “meio amigo”, amigo por inteiro. Sinto falta de pessoas que me façam mais feliz! Porém, penso, "hey Jess, você tem a você mesmo". Frase mais clichê de todas, eu sei, porém é verdade. Eu sou autora da minha história, eu a escrevo, eu tenho o poder de fazer um enredo feliz para mim. Eu tenho esse direito! É verdade que em determinados momentos é triste viver apenas do “eu” e nada mais, porém esperar pelo “vocês” é sempre mais complicado.  A melhor parte de viajar é você viver novas experiências, fazer novas amizades e ter contato com o resto do mundo. A pior parte, às vezes, é voltar para a sua realidade. É perceber que a sua vida não pode ser resumir apenas a viajar, viajar e viajar. Bom, pelo menos no meu caso, tenho obrigações, não nasci em berço de ouro. Rs


Vendo as fotos, me dá uma saudade que dói no peito e perceber que eu já estou com 21 anos e ainda quero fazer diversas coisas, me tirar o ar. Não quero ver o tempo passar e não fazer nada! Calma, Jessica. Respira. 1, 2, 3...Pronto.




domingo, 1 de janeiro de 2012

2012... vem com tudo (de bom) !


E quem vai estar ao seu lado até o fim da caminhada? ;)
Caminhos se cruzam, se distanciam e se separam o tempo todo. Talvez não possamos saber nunca. Mas no momento, olhe para o lado e veja quem te acompanha. Valorize esta pessoa. Se estiver sozinho, mude o rumo, respire outros ares. 
Não há nenhum caminho que não possamos percorrer. Acredite! ;)


Pensar:



Não precisa  
fazer lista de boas intenções 
para arquivá-las na gaveta. 
Não precisa chorar arrependido 
pelas besteiras consumidas 
nem parvamente acreditar 
que por decreto de esperança 
a partir de janeiro as coisas mudem 
e seja tudo claridade, recompensa, 
justiça entre os homens e as nações, 
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal, 
direitos respeitados, começando 
pelo direito augusto de viver. 

Para ganhar um Ano Novo 
que mereça este nome, 
você, meu caro, tem de merecê-lo, 
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil, 
mas tente, experimente, consciente. 
É dentro de você que o Ano Novo 
cochila e espera desde sempre.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Meu Deus! Como estou brega!



Como podem observar (ou não, rs) mudei o layout do Blog. Ainda estou fazendo ajustes, portanto, não liguem se houver coisinhas fora do lugar. Está tudo meio bagunçado por aqui ainda. Rs

Mas referente ao título, “como eu estou brega” foi minha frase na manhã desta segunda-feira. Com cara amassada, resfriada e derrotada. Sem a mínima disposição para passar sequer uma base na face e um blush nas maçãs do rosto. Tem dias que eu não estou pra ninguém e nem pra mim. E me sinto horrível muitas vezes por não estar “cuidando” de mim como deveria. Já que não nasceu bonitinha, pelo menos ande arrumadinha, né Jessica!
Sabe aqueles dias que você acorda, abre o armário e pega a primeira roupa que cai no pé? Pois então... ultimamente acho que estou assim. A questão é que quando começo a ficar desleixada comigo mesma, percebo defeitos até nas pontas duplas do cabelo, naquele cravinho na ponta do nariz e nas olheiras que se apossaram da região abaixo dos meus olhos. Quando irão inventar o chá da beleza, a pílula da pele bumbum de bebê e o banho de sais secadores de gordurinhas localizadas? Ê vida!

Mas mudando de assunto... quarta viajo. Desta vez com novas emoções...Trago o roteiro em breve! Espera ae!

Além disso, meu aniversário está pertinho. 21 verões. É, está começando a pesar nas costas. Mas esse tema merece um post especial bem melancólico, portanto, cenas do próximo capítulo! rs

Amanhã eu volto. 
Besitos! rs

Foto: A foto acima é minha. São os meus pés feiosos rs, na casa do meu papai em Belém. Foi durante minhas férias de julho, que por sinal, foram sensacionais! Além de eu pegar um bronzeado chuchu beleza e ficar gatona! HAHAHA Porém agora, estou mais para um membro da familia Cullen. :S 

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

E quanto tempo resta? Quanto já passou? Isso importa?



Fazem quase 6 meses que não faço textos para o meu Blog. Digamos que faço textos sim, mas não os publico. Não sei o que desandou na receita, mas sei que na vida...muitas, muitas, receitas desandaram. Algumas resultaram em algo saboroso, que foi deliciado com intensidade, pouco a pouco. Outras foram engolidas sem nem ao menos sentir o sabor... o gostinho fino e delicado. Mas sempre são aquelas de sabor amargo, que custa a descer na garganta, que sufocam quem as saboreia, sempre são estas as lembradas, as jamais esquecidas. No que resulta os ingredientes que compõe a sua vida?

Ao observar minhas postagens antigas me dei conta do tanto de coisas que já passaram, do quanto eu já amadureci e me amedronto quando percebo que alguns sentimentos persistem, com outra narração...com outros personagens.

Desde o dia 6 de julho de 2011, já aconteceram viagens, já rompi amizades, já fiz novas amizades. Encerrei um estágio, iniciei outro. Vi a dissimulação de muitas pessoas e, principalmente, a falsidade revestida de sorrisos e “boas” atitudes. Se eu pudesse fazer uma reflexão desse tempo que passou, seria apenas um verbo reflexivo: “Valorizar-se”. : ) A partir desta ação, o sujeito do verbo pode ir a outros caminhos, fazer novas escolhas e perceber que a principal dela é pensar em si mesmo, não de forma egoísta, mas de autoconhecimento.

Mas voltando ao ponto inicial deste texto. Escrevia, mas não com tanta frequência e parece que desta forma eu me sufocava por não poder me expressar em palavras. Fiquei mais sensível e me decepcionava com as pessoas com mais facilidade. Comecei a esperar muito delas. E esperar por atitudes, por pedidos, por convites, por desculpas...

Não que agora eu não “espere”, mas agora eu espero mais por mim. Que eu tenha coragem, que eu reclame quando não gostar, que eu não tenha medo de ir por outro caminho, que eu saiba respeitar e que não me conforme com metades.

Eu cansei de esperar que façam por mim. Cansei de sempre ter que depender de uma terceira pessoa, de uma terceira opinião. Eu não quero mais esperar para poder sentir a felicidade...


Pensar:


"(...) Tão encantador quanto a facilidade de se conectar com as pessoas é o desapego a elas. Muito bom se relacionar com as pessoas. Melhor ainda se isso não se tornar uma dependência, pois no dia seguinte virão novas histórias com novos personagens. E assim a viagem volta ao início, à espera de um novo acaso que mude o dia, a semana, as férias e, 
no limite, a própria vida".
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