sábado, 24 de julho de 2010

E tudo novo por aqui (:



O blog ficou "fora do ar" durante esse dia de sábado, mas foi para um bom motivo..rs. Resolvi atualizar o layout do rotina de Ser e olha, que trabalho ...viu? Eu ainda não estou nem totalmente satisfeita com ele, mas acho que está ficando aos poucos da maneira que eu gostaria. haha Sou totalmente perfeccionista e isto atrasa a minha vidas às vezes. Creio que se fosse qualquer outra pessoa já teria terminado isso aqui.

Mas enfim, esta postagem é daquelas bem rapidinhas .. só para deixar vocês a parte do que está ocorrendo por aqui, haha.

Depois eu volto e termino todas as atualizações do layout! (:



Beijos, Sika

quinta-feira, 22 de julho de 2010

e depois de quase um Mês...


...novidades e desabafo acumulados. Agora eu realmente demorei demais para postar no blog. Não sei por quais motivos, não sei se por desânimo, por falta de inspiração ou por ter tanto a dizer, mas não conseguir traduzir todos os sentimentos nas palavras. Durante este mês de julho ocorreram tantas coisas e a maioria delas não foram agradáveis. Talvez muitas delas me testaram...testaram minha paciência, minha sanidade, o sentimento pelas pessoas. Em um dos meus posts eu disse que estava precisando de férias, mas férias de mim mesma. Um tempo para eu pensar, para refletir e tentar tirar da cabeça todos os pensamentos negativos. Me questionei várias vezes se eu estava certa na escolha da faculdade, se é realmente isso que queria para os meus dias, se eu poderia confiar e contar com as pessoas que estão meu redor, se é fácil perdoar e esquecer algum mal que as pessoas já fizeram, se realmente vale se importar com algumas coisas tão supérfluas. Enfim, precisava de um tempo. O tempo acabou sendo por poucas semanas, eu sei, mas ao menos durante esses dias que fiquei em casa, pude descansar meu corpo e minha alma. Entrei de férias da faculdade e estágio dia 09 de julho, porém do estágio terei que retornar já nesta segunda-feira, dia 26.


No dia 10 de julho foi um dos dias mais tristes. Perdi o Fred, meu cachorro. Irá fazer duas semanas sábado, mas para mim ainda é recente e é difícil lembrá-lo. Ainda dá uma vontade de chorar, meu coração dá um aperto... Confesso que neste momento em que estou escrevendo, as lágrimas tocam minha face. Fred passou sua vida nos fazendo companhia. Todos os dias, desde 2002. Acho que muitos acham inútil amar tanto, tratar com tanto sentimento um animal de estimação. Não penso assim. Ele era um companheiro, um amigo. Ele sabia quando estávamos tristes, felizes. Ele nos alegrava todos os dias com sua mania arteira de viver. Durante os últimos meses ele não vinha muito bem, não comia direito e nas últimas semanas se intensificou. Ele já não comia mais e descobrimos que ele estava com uma grande inflamação no estômago. Fred acabou não resistindo e naquela manhã de sábado, dia 10, ele se despediu de nós. Não sei...às vezes acho que ele esperou o dia em que todas nós, eu e minhas irmãs, estivéssemos reunidas e sábado pela manhã todas estávamos em casa. Ainda penso nele, mas não todos os dias como na primeira semana. Ainda sinto sua presença às vezes e a saudade só faz aumentar.
Gosto de lembrá-lo como um meninão que adorava brincar, comer pão pela manhã, espantar todos os passarinhos que pousavam na área dele, que vivia latindo para o nada e para todos até a gente não aguentar mais.
É Fred, você fez parte da minha vida...


Bom, ainda que eu tenha passado por dias não tão bons assim, nos últimos dias também aconteceram coisas boas. Consegui passar de período e agora oficialmente eu não sou mais caloura. Passei para o 2º período e minhas notas foram boas, risos. Meu CR ficou em 9,2. Espero muito que o aluno online da Uerj atualize logo as notas. Outra coisa boa que já foi citada foram as minhas merecidas “férias”. Apesar de no estágio eu ficar apenas duas semanas em casa, me serviram muito bem. Tinha dias que eu conseguia ficar em casa sem fazer NADA. Isso não é incrível? Haha. Aproveitei esses dias também para fazer algo que amo e que já não conseguia fazer com tanta frequência, que é tirar fotografias.




Consegui atualizar meu Flickr, enfim. O blog, confesso...não consegui. Vinham várias coisas na minha cabeça para postar, mas não postava. Deve ser por isso que este post está gigante.
Tanta coisa acumulada...
E quem se interessar: http://www.flickr.com/photos/actitud_s2/ todas ai ;D

Durante esses dias também assistir a alguns filmes. Uns que eu sempre quis assistir, mas nunca assistia. Uns que eu estava louca para ir ao cinema, mas não conseguia. Rss Segue a sequencia...



E há outros mais, porém..melhor parar aqui.. haha.

Ah, uma outra novidade é que eu vou ao show do Ne-Yo. Comprei o ingresso no dia que assisti Eclipse no cinema. ^^ O Show será só mês que vem, dia 14 de agosto. Estou animada =)


Acho que por aqui está bom...não irei prolongar mais este post, caso contrário ficaria aqui o dia todo. Responderei aos comentários...podexá! Peço desculpas àqueles que ainda não consegui responder. Risos. No próximo post, trarei novidades para o layout do blog, assim espero.. =)
Beijos, Sika.

domingo, 4 de julho de 2010

amor em Palavras



Quando conheci o Murilo, ainda éramos adolescentes. Ele era um ano mais velho que eu e sempre ficava uma série a minha frente. Tínhamos alguns amigos em comum e na formatura da oitava série ele resolveu me pedir em namoro. Aceitei, é claro, mesmo não sabendo como era namorar e mesmo sendo escondido de nossos pais. Murilo, apesar de ser um ano mais velho, era meio infantil. Acredito que aquela história de que os homens amadurecem mais tarde que as mulheres seja verdade. Eu sempre fui mais madura que Murilo e mesmo não sabendo como era namorar, já cobrava muito dele. Detestava algumas atitudes suas, mas o que eu poderia fazer, eu o amava. Sorrio hoje ao pensar nisso, como tão nova já acreditava no amor?

Os anos passavam e, ao contrário do que minha mãe pensava, nosso namoro seguia forte. Muitos, assim como minha mãe, não acreditavam que um namoro estudantil pudesse dar certo. Sempre ocorria algumas brigas, intrigas de outras meninas que gostavam do Murilo, outros meninos que queriam namorar comigo, mas continuamos. Eu não poderia me imaginar naquele tempo com outra pessoa que não fosse ele. Conhecíamo-nos tão bem. Terminamos o segundo grau. Estudamos juntos para o vestibular e passamos para a mesma faculdade, só que com cursos diferentes. Eu queria fazer matemática e Murilo, geografia.

Na faculdade continuamos juntos e, apesar dos turnos serem diferentes, sempre dava para nos encontrar. Num dia, quando conseguimos nos encontrar pela manhã, Murilo me disse que queria conversar comigo algo importante. Pedi para que falasse ali mesmo e ele me disse que ali não era o momento. Não o entendi bem, mas aceitei. Marcamos para nos encontrar pela noite, num restaurante perto da faculdade.

Quando sai da faculdade, fiquei pensando ao voltar para a casa o que Murilo teria de importante para me falar. Devo confessar que não foi apenas na volta para casa que fiquei pensando, na realidade, pensei mesmo o dia todo. Aquilo já estava me agoniando. A ansiedade estava começando a me torturar, não sabia se achava graça daquilo tudo ou se ficava nervosa de curiosidade. Cheguei em casa por volta das 18h, tinha marcado no restaurante as 20h com Murilo. Eu tinha duas horas para me arrumar e chegar ao restaurante. Curioso como eu acreditava que tudo o que Murilo iria me contar, me deixaria feliz, afinal, estávamos juntos há mais de oito anos. Esse suspense todo que ele estaria fazendo não seria a toa. Pensei no melhor vestido, me arrumei impecavelmente.

Ao chegar ao restaurante, Murilo já estava lá me esperando. Fiquei do lado de fora, olhando-o pela janela. Ele era fascinante. Tinha um jeitinho agradavelmente desajeitado, mas por onde passava atraía os olhares das mulheres. Eu não gostava dos olhares, mas adorava passar ao seu lado de mãos dadas. Adorava seu cabelo bagunçado, sua barba por fazer. A cor da sua pele em contraste com seus olhos claros e penetrantes. Ele estava com aquela blusa social que eu amava. O restaurante também era incrível. Tinha uma iluminação diferente, era no estilo medieval. Aquilo dava um charme ao ambiente. Tudo parecia estar milimetricamente no lugar certo.

Entrei no restaurante e fui em direção a mesa que Murilo estava. Dei um sorriso e ele me convidou a sentar. Eu parecia estar vivendo uma cena de filme romântico.

- Oi amor – disse, dando-lhe um breve beijo.
- Pensei que você não viesse mais querida. Estou te esperando há horas aqui – respondeu ele com aquele sorrisinho que me encantava.
- Para de ser mentiroso! Combinamos 20h, e aqui estou no horário marcado. E sorri, não pude resistir.

Conversamos durante horas. Acho que ele estava querendo enrolar, passar o tempo. Mantive-me e tentei não deixar transparecer a minha ansiedade e curiosidade. Mas acho que em vão, pois ele me conhecia o suficiente para saber que eu já estava morrendo de vontade de perguntar o que ele queria me contar. Ele sabia dominar o momento, sorria para mim, me observa enquanto eu jantava. Ele pensa que eu não senti, mas reparei cada segundo que ele me observava e quando eu voltava a olhar para ele, reparava-o desviando o olhar. Acho que já tínhamos conversado sobre tudo, o assunto já estava esgotando-se. Senti que ele estava criando coragem para me contar finalmente o que era importante. Olhou-me fixamente por alguns instantes e disse:

- Acho que você já reparou o quanto estou adiando o momento de contar a você o que viemos fazer aqui. – Ele abaixava a cabeça, meio envergonhado, meio nervoso.
- Estou curiosa desde o momento que entrei por aquela porta. – Sorri para descontraí-lo.
- Estamos juntos há muitos anos e devo confessar que não dá mais para continuar... – ele desviava o olhar o tanto quanto podia, não conseguia me olhar mais.
- Como assim? – me controlei para não gritar, nem fazer algum escândalo.
- Não dá mais...desculpe.
- Murilo, está ouvindo o que você está falando para mim? – Puxei-o pelo queixo e o obriguei a olhar nos meus olhos.

Naquele momento parecia que eu perdia o chão aos meus pés. Meu coração acelerava de aflição, raiva. Não sei bem, os sentimentos estavam se confundindo dentro de mim.

- Murilo! – falei num tom mais alto, senti que algumas pessoas passaram a olhar para nós. – Pode me explicar o que você considera “não dá mais..”?
- Desculpe...não dá mais para viver assim, longe de você. Eu quero mais de ti. Quero casar com você! – Ele abriu o sorriso enorme e olhava para mim com aquela carinha encantadora. Acredito que eu passei da vontade de matá-lo para a vontade de abraçá-lo num segundo.
- Assim você me mata... por favor, Murilo..não faça mais isso comigo. – Levantei, abracei-o e disse “sim” ao seu ouvido.

Aquele dia no restaurante foi uma das noites mais importantes e emocionantes da minha vida. Guardo cada momento, cada reação que senti. Hoje, mais de 40 anos depois, escrevo sobre esse amor que senti e ainda sinto por Murilo. É uma maneira de me reconfortar por sua perda. Já irá fazer três anos que ele se foi, mas sinto sua presença ao meu lado a cada dia que passa. As palavras que escrevo me fazem viver dia após dia, me dão força para continuar. Eu sei que ainda iremos nos encontrar e quero mostrar que meu amor por ele continua vivo e seu jeito agradavelmente desajeitado, ainda me encanta.



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Trabalho de Língua Portuguesa - Narração em 1ª pessoa.
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Faculdade de Comunicação Social - Relações Públicas.


É história de amor bem melosa, hahaha. Fazer o que, né? Não estava nos meus melhores dias para inspiração =S Vamos ver agora que nota tirarei neste trabalho! haha

domingo, 27 de junho de 2010

só por uma Noite


Poderia existir uma pequena fórmula mágica para fazer desaparecer tudo, ou todos, ou a mim. Ah...tanto faz... Se não há como apagar, que ao menos me faça acreditar que nada foi dito, nada foi feito, nada foi visto (ou sentido). É, acho que preciso de f-é-r-i-a-s! Talvez sejam férias de mim mesma. Há necessidade de rever meus conceitos, "libertar-se de condicionamentos e apegos". Sinto que estou esgotada de pensamentos. Há como se esgotar de tanto pensar? Ou, ao menos, deixa de pensar?
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"Vamos! Saia de casa. Vá curtir a noite. Dance como se ninguém estivesse observando você. Ouça a música, sinta a música. A música que através de suas vibrações toca seu corpo e agita-o no ritmo. Permita-se fechar os olhos e sentir. Dance, mesmo sendo você a única, mesmo que você seja o centro das atenções. Não se importe com os olhares, a noite é sua, só sua. Esqueça todos os problemas e pessoas. Esqueça tudo ao seu redor. Faça da noite sua companheira e da música o seu ritmo para seguir a vida. Nem que for, só por uma noite...só por uma noite."

domingo, 20 de junho de 2010

think for Yourself...

É querida...larga mão de ser inocente, bobinha. Esta não será nem a primeira, nem a última vez que algo assim acontecerá. Já disse várias vezes para você ser mais seletiva, ver em quem você realmente pode confiar, mas sempre, seeempre se engana e magoa-se. Parece querer acordar deste sonho ruim, fingir que está tudo bem, mas não consegue...você ainda não percebeu isso? Todos sabem... todos percebem, isto é o pior. Da próxima vez, não fale, não demonstre. Tenta entender nas entrelinhas dos gestos, das palavras e das atitudes. Não se iluda principalmente. Pare de criar expectativas e imaginar situações que ainda não aconteceram e que, provavelmente, nunca acontecerão. Mas não precisa se torturar, algumas coisas talvez não fossem para acontecer e talvez seja até melhor assim...
Mude quando necessário, não se acomode jamais! Pode sim dizer o que pensa, mas não precisa dizer tudo...algumas coisas podem ser guardadas para você, e só para você. As pessoas, muitas das vezes, são egoístas, hipócritas. Elas pensarão antes de tudo em si, na própria "felicidade" sempre, independentemente de esta felicidade significar mais para você que para elas. Você percebeu que "amizade" nem sempre será a definição para com algumas pessoas. E se amizade fosse isso... preferiria eu ficar sem amigos.
E se não tiver como controlar o choro, chore. Mas que sejam estas as lágrimas que retiram os sentimentos ruins, toda a angústia e tristeza que há. Lágrimas que façam você seguir em frente, cabeça erguida. E que todas estas palavras escritas sejam seu desabafo, seu sentimento exposto, a sua maneira de, enfim, conformar-se em cada sílaba, vírgula e ponto final. Há que seguir sem pensar no que já aconteceu, no que não aconteceu e no que ainda poderá vir a acontecer. O dia de amanhã é tão incerto...




quarta-feira, 16 de junho de 2010

palavras não Ditas...



Oi ...,

Por qual motivo mando este e-mail? Não sei...acho que tudo que eu disser pode ser tão inútil. Sinto-me ridícula. Seria tão mais fácil falar pessoalmente. Mas não, não dá. Acho que o medo é muito maior. Medo? Eu disse medo? Acho que não seria esta a palavra certa. Talvez seja receio do que irás dizer, ou do que sente ou que nada sente. Esconder também? Esconder de quem? Acho que a única pessoa que não se deu conta, ou que não quis "se dar conta", foi você. É, você mesmo. Não quero forçar a barra, fazer tipinho. Toda essa enigmática às vezes me cansa... é bom? É, mas cansa. Mas me esgota. Talvez até me iluda. Os dias passam e eu sempre fico na espera. Quero saber o que pensa, o que sente, se sente, se quer. Não demonstra e talvez nem saiba sobre o que eu quero e sobre o que eu penso. Sobre o que eu sinto. E se soubesse, faria alguma diferença? Você mudaria sua atitude..aliás, você tomaria alguma atitude? Penso e não chego a uma conclusão...sei tão pouco de você. Será esse o fato de você não me deixar pensar em nenhum outro alguém?

Beijos, ...

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E se um dia fosse enviado...?

sábado, 12 de junho de 2010

dia dos Desencalhados (:

Acabei não tendo tempo durante a semana para responder aos comentários do post anterior do anterior, hahaha. Mas responderei a TODOS domingo, prometo! Minha semana foi bem puxada. O Seminário, que comentei no post anterior, ocupou muito do meu tempo. Chegava em casa cansada...e sem ânimo para a internet. Além disso, tenho trabalhos da faculdade, alguns textos para serem lidos e provas que estão por vim...rss. Eta vidinha, viu.
Comentando do Seminário, ele foi bem legal. Embora esperássemos um público muito maior do que tivemos, foi realmente bastante produtivo. Uma experiência de grande valia, afinal...meu primeiro "evento" organizado. Hahaha Segunda-feira teremos uma reunião a fim de discutir sobre os ocorridos no Seminário. Ahh, também contei que fui mestre de cerimônia no dia 09, certo? Então...me atrevo a dizer que fui bem. Rs Algumas enroladas na língua..uns improvisos, enfim..para a primeira vez, acho que fui realmente bem.

E hoje é Dia dos Namorados, oi? Uma data tão bonita.. não? Rss
Ainda que eu esteja sem namorado (óóóhhhh =/ HAHAHA) meu dia foi tão legal. :B Muitas conversas, recordações e risadas num dia...

Então para encerrar, trago aqui algumas fotos em "comemoração" a esse dia tão cute, cute.


Pensar:

«O desejo profundo, o desejo mais real é aquele de se aproximar de alguém. A partir daí, começam a ocorrer as reações, o homem e a mulher entram em jogo, mas o que acontece antes – a atração que os juntou – é impossível de explicar. É o desejo intocável no seu estado puro.

Quando o desejo ainda está nesse estado puro, homem e mulher apaixonam-se pela vida, vivem cada momento com reverência, e conscientemente, sempre à espera do momento certo de celebrar a próxima bênção.

Pessoas assim não têm pressa, não precipitam os acontecimentos com ações inconscientes. Elas sabem que o inevitável se manifestará, que o verdadeiro encontra sempre uma forma de se mostrar. Quando chega o momento, elas não hesitam, não perdem uma oportunidade, não deixam passar nenhum momento mágico, porque respeitam a importância de cada segundo.»

Onze Minutos-Paulo Coelho, pág. 129.

domingo, 6 de junho de 2010

rotina de Ser...

Falarei hoje sobre meus dias, sentimentos, minha rotina, enfim...sobre tudo. Faz tempo que não falo sobre mim. Para início de conversa, já estamos em junho, como assim? O_O Em breve estarei no 2º período da faculdade (assim espero, rs) ...parece que foi ontem que eu levei meu trote. haha Os dias passam rápido (e parece que cada vez mais rápido). Os meus dias estão com sempre.. faculdade, estágio, casa. Uns dias mais agitadinhos, outros estressantesinhos, outros mais monótonosinhos e muitos outros ninhos. Acho que já me acostumei. E é preciso acostumar-se com, já que tenho que estar preparada para todo e qualquer tipo de momento que possa ocorrer.

E novidades? Está difícil, devo confessar. A boa dessa semana talvez seja o seminário de comunicação que meu laboratório vem organizando faz alguns meses. Ele vai ocorrer já nos próximos dias 08, 09 e 10 de junho. Depois volto aqui e conto à vocês como foi. Posso adiantar que no dia 09 eu serei mestre de cerimônia. "qui bom", rs. Se quiserem saber mais sobre ele, vejam o blog:
Seminário Perspectivas Profissionais em Comunicação.
Ahh, e dia 19 de junho terá a festa da minha faculdade, maaaas isso será cena dos próximos capítulos. Espero trazer boas novidades ;D
E para finalizar a sessão "novidades", ganhei um notebook liindoooo do meu pai. Rss Foi meu presente por ter passado para a Uerj, rs.

Falei dos dias, da rotina, das "novidades" e os sentimentos? Bom, os sentimentos são um caso bem à parte. Sinceramente, não posso (me) classificar. Classificar qual seria o meu estado atual, mas digo, estou bem. Quero que coisas boas aconteçam. Que atitudes sejam realizadas. Que palavras sejam ditas. Sendo estas palavras ditas nos momentos certos, sem pressa...um passo de cada vez. Sem criar tantas expectativas...agindo normalmente, ou pelo menos tentando agir. Vou seguindo, pronta para tudo, ou para nada...

Pensar:
Isso é importante para você ou só possui para mostrar aos outros que tem? Age desta forma porque realmente quer ou para apenas ser aceito num círculo de “amigos”? Como se reconhece? No hoje, no ontem? Muitas vezes buscamos tanto ser quem não somos e acabamos esquecendo nossos valores, nossas características, nossa personalidade. Às vezes fingimos sentimentos só para nos acomodar, achando que desta forma sofreremos menos. É muito fácil negar um sentimento, difícil é dizer eu te amo com plena sinceridade, tratar com carinho, com respeito. É também muito fácil apontar os erros, difícil é confessar o próprio erro, assumir a culpa. Fácil chamar "amigo"...difícil é ser realmente um amigo, e encontrar um que seja um verdadeiro amigo. Sika

segunda-feira, 31 de maio de 2010

a tal de Lispector.

"... e eu estava só sem precisar de ninguém. É difícil porque preciso repartir contigo o que sinto. O mar calmo, mas a espreita e em suspeita. Como se tal calma não pudesse durar. Algo está sempre por acontecer. O imprevisto improvisado e fatal me fascina. Já entrei contigo em comunicação tão forte que deixei de existir sendo. Você tornou-se um eu. É tão difícil falar e dizer coisas que não podem ser ditas. É tão silencioso. Como traduzir o encontro real entre nós dois? Difícil contar... olhei pra você fixamente por alguns instantes. Tais momentos são meu segredo. Houve o que se chama de comunhão perfeita. Eu chamo isto de estado agudo de felicidade."

"Meu tema é o instante? meu tema de vida. Procuro estar a par dele, divido-me milhares de vezes em tantas vezes quanto os instantes que decorrem, fragmentária que sou e precários os momentos - só me comprometo com vida que nasça com o tempo e com ele cresça: só no tempo há espaço para mim." Água viva - Clarice Lispector.



"Há muita coisa a dizer que não sei como dizer. Faltam as palavras. Mas recuso-me a inventar novas: as que existem já devem dizer o que se consegue dizer e o que é proibido. E o que é proibido eu adivinho. Se houver força. Atrás do pensamento não há palavras: é-se. Minha pintura não tem palavras: fica atrás do pensamento. Nesse terreno do é-se sou puro êxtase cristalino. É-se. Sou-me. Tu te és." Água viva - Clarice Lispector.



domingo, 23 de maio de 2010

aprender e Reaprender...

Engraçado, reli o meu último post e reparei como os momentos são efêmeros. Neste dia eu estava feliz. Uma felicidade realmente estranha, mas estava feliz. Durante a semana que passou tive momentos bem opostos. Muitas das vezes não demonstrava a certa insatisfação com tal sentimento (ou tais sentimentos), pessoas e momentos. Algumas dessas vezes eu tentava fazer de conta que nada passava, nada sentia, que não me importava. Em um dia da semana eu simplesmente queria sumir, me isolar. Desaparecer por alguns dias, semanas, meses. Desapegar-me de tudo que eu estimava, de todos os objetos inúteis que gosto e também da internet, do orkut, msn..
Queria ficar sozinha, pensar, chorar comigo mesma. Não sei...penso que esse sentimento também foi tão efêmero... São muitas opiniões, muitos sentimentos, muitas diferenças. Muitas pessoas diferentes, esta é a realidade. Sinto como se eu tivesse que nascer novamente, conhecer as pessoas novamente. Aprender a fazer amizades, aprender e reaprender o desapego. Aprender a não confiar inteiramente.
Aprender quando uma pessoa quer ou não a sua amizade, a sua companhia. Se as pessoas querem ou não ouvir o que você tem a dizer e expor. Se elas querem aceitar você puramente e simplesmente como você é.

Pensar:
"(...)Ya no la quiero, es cierto, pero cuánto la quise.
Mi voz buscaba el viento para tocar su oído.
De otro. Será de otro.
Como antes de mis besos.
Su voz, su cuerpo claro. Sus ojos infinitos.
Ya no la quiero, es cierto, pero tal vez la quiero.
Es tan corto el amor, y es tan largo el olvido.
Porque en noches como ésta la tuve entre mis brazos,
mi alma no se contenta con haberla perdido.
Aunque ésta sea el último dolor que ella me causa,
y éstos los últimos versos que yo le escribo."
Pablo Neruda

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